A inauguração da Praça Memorial 17 de Julho, uma homenagem às 199 vítimas da
explosão do Airbus A-320 da TAM, ocorrida há cinco anos, foi marcada pela
emoção. Assim como no dia do acidente, uma terça-feira, fazia frio e chovia na
região do Aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo. Às 18h50, o som de um
clarinete tocado pela Polícia Militar ecoou por um minuto, em referência ao
momento em que o avião se chocou com o prédio de cargas da própria companhia e
explodiu. Foi também quando a tempestade se intensificou no local.
A inauguração da Praça Memorial 17 de Julho, uma homenagem às 199 vítimas da
explosão do Airbus A-320 da TAM, ocorrida há cinco anos, foi marcada pela
emoção. Assim como no dia do acidente, uma terça-feira, fazia frio e chovia na
região do Aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo. Às 18h50, o som de um
clarinete tocado pela Polícia Militar ecoou por um minuto, em referência ao
momento em que o avião se chocou com o prédio de cargas da própria companhia e
explodiu. Foi também quando a tempestade se intensificou no local.


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