segunda-feira, 16 de junho de 2014

Administração investe em infraestrutura em Ribeirão Bonito

Prefeitura implanta galerias antes de recapear a Rua Dr. Mello Peixoto 

Marcel Rofeal, de Ribeirão Bonito 

Foto: Marcel Rofeal/BMR
Com atenção especial em atender às principais necessidades da população e em resolver graves e antigos problemas enfrentados pelos moradores, a Prefeitura de Ribeirão Bonito deu início na última semana a uma obra de grande vulto na Rua Dr. Mello Peixoto, no Centro da cidade. A construção de galerias de águas pluviais num local que recebe grande volume de água em dias de chuvas fortes tem por objetivo evitar maiores prejuízos em infraestrutura e até em Saúde Pública.

A via pública é uma das que serão contempladas com a primeira etapa das obras de recapeamento e a única que ainda não recebeu as melhorias. Esta operação, que entrou em execução no início da última semana, já atingiu diversos pontos da região central da cidade e dois trechos nos bairros Jardim Morumbi e Jardim São Paulo. O investimento total em recape, segundo a Prefeitura, supera os R$ 500 mil e a segunda etapa dos trabalhos já se encontra em estágio avançado de licitação.

Na Rua Dr. Mello Peixoto, funcionários e maquinários da própria administração estão empenhados na implantação de galerias de águas pluviais. A medida, segundo o Departamento de Engenharia da Prefeitura, tem por objetivo amenizar o problema que os moradores enfrentam há décadas em épocas de chuva, quando o grande volume de água que desce de diversos pontos da região central e, sem vazão, acaba se acumulando no trecho mais baixo e, por conseguinte, provoca mau cheiro.

De acordo com a Prefeitura de Ribeirão Bonito, a implantação de galerias e ampliação do sistema de condução das águas pluviais permitirá o escoamento das águas até o córrego Ribeirão Bonito. Vizinha ao local, a professora aposentada Marlene Varella Galhardi agradeceu e parabenizou o prefeito Wilson Forte Júnior (PMDB) pelo empenho. “Você mexeu numa ferida que nunca ninguém ousou tocar. Sabemos que os custos são altos e que o dinheiro não caiu do céu”, disse.

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