domingo, 9 de abril de 2017

Cresce adesão à CEI para investigar Chiquinho na Câmara

Vice-presidente da Casa, Galego também assinou ao pedido de abertura

Marcel Rofeal, de Ribeirão Bonito

Foto: Marcel Rofeal/BMR
Mais um vereador aderiu ao requerimento para a abertura de investigações contra o prefeito Francisco José Campaner (PSDB) na Câmara de Ribeirão Bonito. O vice-presidente da Casa, Leandro Donizette Mascaro (DEM), é o quarto parlamentar a assinar o pedido de instalação de ao menos duas Comissões Especiais de Inquérito (CEI) no Legislativo para apurar possíveis irregularidades cometidas pelo chefe do Executivo e denunciadas por um morador ao parlamento.

Em sessão ordinária na última segunda-feira (3), quatro denúncias protocoladas por um morador foram acolhidas pela Câmara e iniciaram, formalmente, sua tramitação pela Casa, como prevê o Regimento. Ao término da sessão, o presidente da Mesa, Dimas Tadeu Lima (DEM), colocou à disposição dos parlamentares o requerimento para o início das investigações. Além do próprio Dimas, Armando Luís Lombardo Simões (PTN) e José Eraldo Chiavoloni (DEM) assinaram de imediato.

Galego Mascaro voltou à Câmara após a sessão de segunda-feira (3) para também formalizar seu apoio à abertura das investigações e assinar ao requerimento. A informação foi confirmada pela assessoria do Legislativo na manhã desta sexta-feira (7). Para a abertura da CEI, eram necessárias as assinaturas de apenas três parlamentares ao requerimento. No Legislativo, os requerimentos serão apresentados ao plenário no dia 17, quando serão sorteados os membros das comissões.

Denúncias – Chiquinho Campaner é acusado por irregularidades na contratação emergencial de cerca de 20 servidores para a limpeza pública, irregularidades e crime contra a Saúde Pública devido à falta de tratamento de água no município, prejuízo ao erário público por demissões em massa de servidores da área da Saúde e ainda por assédio moral contra funcionários públicos. Os casos também são investigados no Ministério Público Estadual e no Ministério Público do Trabalho.

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