quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Moradores recordam vítimas de tragédia em Ribeirão Bonito

Sepultura com três dos quatro jovens recebeu grande número de flores 

Marcel Rofeal, de Ribeirão Bonito 

Foto: José Sebastião Baldan/Colaboração
Mesmo entre os percalços durante a visitação, milhares de moradores frequentaram os cemitérios em Ribeirão Bonito e no distrito de Guarapiranga, que fica a 12 quilômetros da cidade, nesta segunda-feira (2). O Dia de Finados, uma tradição desde o século XII quando a Igreja Católica instituiu o dia 2 de novembro para a memória de todos os falecidos, geralmente é marcado por homenagens aos entes que partiram, mas também pela saudade aos que ficaram.

Em Ribeirão Bonito, pouco menos de três meses depois da tragédia que comoveu toda a população, a sepultura mais visitada nesta segunda-feira e que, ao fim do dia, mais parecia um canteiro de flores é a que abriga três dos quatro jovens que morreram no acidente do dia 8 de agosto. A princípio, os corpos seriam mantidos no local até a conclusão dos trabalhos de identificação pelo Instituto Médico Legal (IML), o que deveria ter ocorrido em, no máximo, um mês após a tragédia.

Para a Igreja Católica, que celebrou duas missas no Cemitério de Ribeirão Bonito, às 7h e às 18h, é uma oportunidade para rezar por todas as almas, principalmente para aquelas que foram esquecidas, o que é retratado através do abandono de diversas sepulturas em nossos cemitérios. Durante Missa, o padre João Francisco Trovilho Morales destacou a importância de dedicarmos as orações às almas do Purgatório, que, na visão da Igreja, passam por um processo de purificação.

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